Ontem, minha bolsa estava sortida. Não tinha apenas um, mas dois objetos estranhos (digo, estranhos mesmo, daqueles que não costumam andar po ali). Um baralho e um batedor de máquina de pão.
O baralho é muito interessante, um presente que minha mãe trouxe para a minha filha numa de suas viagens recentes. Com o mesmo maço de cartas, dá para jogar de uns sete jeitos diefrentes. Fora que essas cartas da Sininho (pra mim, ela nunca se chamará Tinker Bell. Ugh!) são lindas. Coisa simples e divertida que é um baralho, não? Devia ser mais fácil encontrar os produtos da Copag para vender por aí. Talvez ele passe a não ser mais um corpo estranho na minha bolsa, e eu passe a incorporá-lo como distração rotineira para a minha menina.
Mas o que esse batedor está fazendo aí? É da minha Multi Pane. Explico: há algum tempo atrás, a forma (que falta faz o circunflexo em cima do "o") da minha máquina de pão quebrou. O anjo da guarda da casa da minha mãe levou a tal forma quebrada para a assistência técnica, com pá e tudo dentro. A forma (saudades do circunflexo) não tinha conserto, ficou esquecida por meses na casa da minha mãe, com a pá dentro. Dia desses, minha mãe resgatou a pazinha e me devolveu. E ela já passeou tanto dentro da minha bolsa...
Agora tenho duas pás. E vou aproveitar para partilhar uma receita. Quer dizer, receita não é, na verdade é menos que uma dica. É uma palavrinha sobre pães de máquina.
Gosto de trocar um dos copos-medida de farinha branca da receita tradicional por aveia em flocos finos. Uso o programa de pão de sanduíche. Fica booommmm...
Tudo que é feito com amor é muito bom, né? Aqui tem decoração, artesanato, paisagismo, culinária...
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terça-feira, 9 de agosto de 2011
Deu na bolsa
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Unknown
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Deu na bolsa
Ah, essas crianças pequenas... Sabe o que apareceu esse fim-de-semana na minha bolsa?
Pega varetas! Quem não lembra desse joguinho, também chamado de Mikado? Podia ficar horas jogando com as minhas primas. Mas no meu tempo, as varinhas eram de madeira, e hoje são de plástico. Não gostei, pois são moles, se deformam. Será que ainda vende por aí o joguinho à moda antiga? Vi na Wikipedia versões lindas, com varetas de uns 5 mm de espessura, com madeira de boa qualidade. Quero um assim!!
De qualquer forma, foi muito bom distrair minha filhota no restaurante com esse jogo. Na verdade, todos que stavam na mesa brincaram. É realmente simples e bom. Mesmo sem a vareta preta, que pode ser usada pra mexer as outras, mesmo faltando umas duas varetas de cada cor, foi divertido.
Também amei essa idéia de fazer pega-varetas de jornal. Quem sabe me animo a fazer...
Pega varetas! Quem não lembra desse joguinho, também chamado de Mikado? Podia ficar horas jogando com as minhas primas. Mas no meu tempo, as varinhas eram de madeira, e hoje são de plástico. Não gostei, pois são moles, se deformam. Será que ainda vende por aí o joguinho à moda antiga? Vi na Wikipedia versões lindas, com varetas de uns 5 mm de espessura, com madeira de boa qualidade. Quero um assim!!
De qualquer forma, foi muito bom distrair minha filhota no restaurante com esse jogo. Na verdade, todos que stavam na mesa brincaram. É realmente simples e bom. Mesmo sem a vareta preta, que pode ser usada pra mexer as outras, mesmo faltando umas duas varetas de cada cor, foi divertido.
Também amei essa idéia de fazer pega-varetas de jornal. Quem sabe me animo a fazer...
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Deu na bolsa
Hoje, deu na minha bolsa um monte de piranhas... Rs!
Explico... É que eu detesto quando o vento joga o cabelo na minha cara. Então, prendo quase sempre que vou à rua. Fora isso, não lavo os cabelos quando me arrumo para ir ao trabalho pela manhã, e a piranha é a última coisa que tiro antes de chegar ao trabalho, tipo: "ih, ainda estou com esse negócio na cabeça!". Aí, desarmo meu coque bizarro e passo uma escova rapidinho, para ficar apresentável.
Aquele bololô branquinho à direita é uma touca descartável, daquelas que a gente usa pra entrar na cozinha, pra não encher o cabelo de creme durante uma massagem corporal, etc. É, ainda não tinha descartado...
Explico... É que eu detesto quando o vento joga o cabelo na minha cara. Então, prendo quase sempre que vou à rua. Fora isso, não lavo os cabelos quando me arrumo para ir ao trabalho pela manhã, e a piranha é a última coisa que tiro antes de chegar ao trabalho, tipo: "ih, ainda estou com esse negócio na cabeça!". Aí, desarmo meu coque bizarro e passo uma escova rapidinho, para ficar apresentável.
Aquele bololô branquinho à direita é uma touca descartável, daquelas que a gente usa pra entrar na cozinha, pra não encher o cabelo de creme durante uma massagem corporal, etc. É, ainda não tinha descartado...
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