Tudo que é feito com amor é muito bom, né? Aqui tem decoração, artesanato, paisagismo, culinária...
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Espirros
Gosto do jeito do Kledir escrever. Já gostava das músicas que escutava quando era pequena, uma brisa do Sul batendo aqui no Rio. Acho importante a letra da música, não só a melodia. Quando ganhamos o livro dele, O Pai Invisível, passei a admirar sua escrita em prosa, também. Um de seus posts recentes é a cara do meu marido. Quero compartilhar com vocês o Atchim dos dois...
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terça-feira, 9 de agosto de 2011
Deu na bolsa
Ontem, minha bolsa estava sortida. Não tinha apenas um, mas dois objetos estranhos (digo, estranhos mesmo, daqueles que não costumam andar po ali). Um baralho e um batedor de máquina de pão.
O baralho é muito interessante, um presente que minha mãe trouxe para a minha filha numa de suas viagens recentes. Com o mesmo maço de cartas, dá para jogar de uns sete jeitos diefrentes. Fora que essas cartas da Sininho (pra mim, ela nunca se chamará Tinker Bell. Ugh!) são lindas. Coisa simples e divertida que é um baralho, não? Devia ser mais fácil encontrar os produtos da Copag para vender por aí. Talvez ele passe a não ser mais um corpo estranho na minha bolsa, e eu passe a incorporá-lo como distração rotineira para a minha menina.
Mas o que esse batedor está fazendo aí? É da minha Multi Pane. Explico: há algum tempo atrás, a forma (que falta faz o circunflexo em cima do "o") da minha máquina de pão quebrou. O anjo da guarda da casa da minha mãe levou a tal forma quebrada para a assistência técnica, com pá e tudo dentro. A forma (saudades do circunflexo) não tinha conserto, ficou esquecida por meses na casa da minha mãe, com a pá dentro. Dia desses, minha mãe resgatou a pazinha e me devolveu. E ela já passeou tanto dentro da minha bolsa...
Agora tenho duas pás. E vou aproveitar para partilhar uma receita. Quer dizer, receita não é, na verdade é menos que uma dica. É uma palavrinha sobre pães de máquina.
Gosto de trocar um dos copos-medida de farinha branca da receita tradicional por aveia em flocos finos. Uso o programa de pão de sanduíche. Fica booommmm...
O baralho é muito interessante, um presente que minha mãe trouxe para a minha filha numa de suas viagens recentes. Com o mesmo maço de cartas, dá para jogar de uns sete jeitos diefrentes. Fora que essas cartas da Sininho (pra mim, ela nunca se chamará Tinker Bell. Ugh!) são lindas. Coisa simples e divertida que é um baralho, não? Devia ser mais fácil encontrar os produtos da Copag para vender por aí. Talvez ele passe a não ser mais um corpo estranho na minha bolsa, e eu passe a incorporá-lo como distração rotineira para a minha menina.
Mas o que esse batedor está fazendo aí? É da minha Multi Pane. Explico: há algum tempo atrás, a forma (que falta faz o circunflexo em cima do "o") da minha máquina de pão quebrou. O anjo da guarda da casa da minha mãe levou a tal forma quebrada para a assistência técnica, com pá e tudo dentro. A forma (saudades do circunflexo) não tinha conserto, ficou esquecida por meses na casa da minha mãe, com a pá dentro. Dia desses, minha mãe resgatou a pazinha e me devolveu. E ela já passeou tanto dentro da minha bolsa...
Agora tenho duas pás. E vou aproveitar para partilhar uma receita. Quer dizer, receita não é, na verdade é menos que uma dica. É uma palavrinha sobre pães de máquina.
Gosto de trocar um dos copos-medida de farinha branca da receita tradicional por aveia em flocos finos. Uso o programa de pão de sanduíche. Fica booommmm...
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Não se envolva: Brigadeiro de cachaça.
Geeente, esse post ficou muito engraçado. Ando procurando receitas de brigadeiro gourmet, entre elas, a de brigadeiro de cachaça. Só porque estou planejando uma festa infantil, não quer dizer que todos os quitutes são para as crianças, né? Então... Cuidado, leitor, não se envolva: Brigadeiro de cachaça.
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
Bobmacha feminina
Para quem ainda não sabe, sou uma gaúcha distante de seu pago... Nasci em Jaguarão e cresci visitando a cidade umas duas vezes por ano, até ingressar na faculdade. De lá pra cá as viagens foram rareando, e a saudade apertando... As greves da faculdade dificultavam as viagens, depois o trabalho, a filhota pequena, etc... A sorte é que os parentes aparecem por aqui e trazem um pedacinho da minha Querência amada, pra desapertar um pouco o nó da saudade que fica na garganta.
A visita mais recente foi da minha Dinda, que trouxe na mala uma peça de roupa que achei sen-sa-cio-nal! Uma tal de bombacha feminina. Amei tanto que selecionei algumas fotos das que considerei mais bonitas para postar aqui. Bom, na verdade, ia só mandar por email para ela, mas enquanto escrevia a mensagem, achei que merecia um post.
Não sou a primeira a tratar desse assunto em blogs, então gostaria de mencionar algumas fontes que consultei:
O Blog da CinaraBOliveira, o da ALockaPhina, o da TriFacera.
Vejam que coisas lindas!


E por hoje, é só. Beijos!
A visita mais recente foi da minha Dinda, que trouxe na mala uma peça de roupa que achei sen-sa-cio-nal! Uma tal de bombacha feminina. Amei tanto que selecionei algumas fotos das que considerei mais bonitas para postar aqui. Bom, na verdade, ia só mandar por email para ela, mas enquanto escrevia a mensagem, achei que merecia um post.
Não sou a primeira a tratar desse assunto em blogs, então gostaria de mencionar algumas fontes que consultei:
O Blog da CinaraBOliveira, o da ALockaPhina, o da TriFacera.
Vejam que coisas lindas!
Essas, vendem pela Internet, na loja Flor de Prenda. Lisinhas assim, são curingas. Achei legal, o "bermudão" e essa azul marinho dá até pra ir ao trabalho. Esse cinto também é TUDO!
![]() |
| Eu AAAMEEEEII essas!! (CinaraBOliveira) Especialmente essa de jeans molinho, já estou até me vendo dentro dela, com esse lencinho no pescoço, essa regata bem decotada... Só tem um problema: para quem é baixinha como eu, ela não poderia ser tãão fofolete embaixo. |
![]() |
| Essa com botões laterais ao invés de bolsos, deve funcionar bem para quadris largos... mas não simpatizei muito com o bordado (ALockaPhina). |
![]() |
| Olha só que máximo! Usaram tipo uma viscolycra ou outro tecido molinho (ALockaPhina)... |
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segunda-feira, 25 de julho de 2011
Por onde andará Amy Winehouse?
Gosto muito de brincar de Lego com a minha filha. Foi uma surpresa encontrar ainda intacta na caixa, hoje, uma bonequinha da Amy que fiz semanas atrás.
Aproveitei então a camisa jeans do meu marido, que estava pela sala, e mais um saquinho plástico branco e montei esse cenário:
Aproveitei então a camisa jeans do meu marido, que estava pela sala, e mais um saquinho plástico branco e montei esse cenário:
E aí, gostaram? Eu achei fofo, mas a minha opinião não conta... ;-D
Descanse, Amy! Pena que durou pouco...
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
Uma jóia escondida no Centro do Rio
Tive a oportunidade de conhecer um lugar que considero muito bonito: o Morro da Conceição. Guiada por uma pessoa competente e envolvida na execução de melhorias no local, transitei por suas ruas estreitas, becos e "passagens secretas". Mas, olha, é uma beleza para poucos olhos: sem modéstia, sou uma das raras pessoas que consegue filtrar as agressões impostas pelo tempo e pelo descuido, para deixar passar apenas a essência do lugar, que foi o que me encantou.
Além dos pequenos recantos e belas casas predominantemente ecléticas (várias delas com potencial para se tornarem bares e restaurantes charmosos), vi questões de esgotamento e drenagem. Ah, a drenagem... Vários trechos correm abertos, criando cachoeiras e riachos temporários, que devem ser verdadeiros deleites para os olhos, nos dias chuvosos. Espero que, quando elaborarem o projeto da drenagem, levem em consideração o aspecto poético das soluções espontâneas, mantendo a sua beleza simples e efêmera. Será que é pedir demais dos engenheiros? Dados os critérios de qualidade adotados hoje em dia, pode ser considerado um risco, manter esses trechos abertos, já que são pontos onde pode entrar lixo e entupir a tubulação. Vejamos o que acontece. Por enquanto, guardo na memória a pinguela seca e a calha vazia que vi num dia de sol, e imagino como ficam lindas, quando a chuva preenche os canos que as antecedem...
De uma beleza mais óbvia, mas nem por isso menos importante, é a Igreja de São Francisco da Prainha. Aqui está uma foto desse templo simples e belo, um dos pontos altos da visita, se ela fosse de turismo:
Agora é esperar que as obras acabem e torcer para que venham a reboque: um bom projeto social, circuitos de turismo passando por ali e uns lugares charmosos pra passar um fim de tarde...
Além dos pequenos recantos e belas casas predominantemente ecléticas (várias delas com potencial para se tornarem bares e restaurantes charmosos), vi questões de esgotamento e drenagem. Ah, a drenagem... Vários trechos correm abertos, criando cachoeiras e riachos temporários, que devem ser verdadeiros deleites para os olhos, nos dias chuvosos. Espero que, quando elaborarem o projeto da drenagem, levem em consideração o aspecto poético das soluções espontâneas, mantendo a sua beleza simples e efêmera. Será que é pedir demais dos engenheiros? Dados os critérios de qualidade adotados hoje em dia, pode ser considerado um risco, manter esses trechos abertos, já que são pontos onde pode entrar lixo e entupir a tubulação. Vejamos o que acontece. Por enquanto, guardo na memória a pinguela seca e a calha vazia que vi num dia de sol, e imagino como ficam lindas, quando a chuva preenche os canos que as antecedem...
De uma beleza mais óbvia, mas nem por isso menos importante, é a Igreja de São Francisco da Prainha. Aqui está uma foto desse templo simples e belo, um dos pontos altos da visita, se ela fosse de turismo:
Agora é esperar que as obras acabem e torcer para que venham a reboque: um bom projeto social, circuitos de turismo passando por ali e uns lugares charmosos pra passar um fim de tarde...
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quarta-feira, 11 de maio de 2011
Viajando...
Sabe quando vamos levar um parente ou um amigo querido à rodoviária ou ao aeroporto? A gente fica puxando conversa só pra não ficar em silêncio, vai dando um certo nervosismo à medida que se aproxima a hora de entrar no ônibus ou avião. Aí, começamos a fazer algumas recomendações do tipo: se o ônibus parar em tal posto, aproveite pra provar aquele salgado que eles fazem... É o melhor da estrada; ou ainda, quando chegar no aeroporto, não vá alugar carro naquela empresa, prefira a outra, naquele balcãozinho mais atrás. E quando a pessoa vai ficar muito tempo fora, então? A voz embarga na hora da despedida e às vezes a gente até chora, mesmo sabendo a data da volta.
Ontem, meu sogro fez sua última viagem, e pegamos estrada para dar adeus. Fomos até a cidade onde mora a família dele, para o enterro.
Lá estava ele, deitadinho, sereno, esperando a hora de embarcar. Na capela do cemitério, muita gente que o conheceu já maduro, na juventude e na infância. É curioso como nessas horas acaba se conhecendo tantas facetas diferentes da mesma pessoa: cada um tem uma historinha pra contar, e a gente fica montando esse enorme quebra-cabeças que é um indivíduo. Como disse Exupéry, em "Terra dos Homens": "na morte de um homem um mundo desconhecido está morrendo".
À medida que o ritual vai se desenrolando, a gente vai se dando conta de que aquela pessoa está indo, e o reencontro não está marcado. Para uns, ele nunca irá se realizar. Para outros, a espera será longa e não se tem certeza do lugar. O que fica é a saudade e a vontade de adiar um pouco mais a despedida. Mesmo que os últimos dias tenham sido tão difíceis.
A gente fica triste, mas se deve reconhecer que a morte é um grande alívio para o sofrimento de todos. O fardo ficava pesado demais, tanto para ele quanto para nós.
Agora, depois dessa viagem sem valises, consigo imaginá-lo em paz, leve, sem as amarras que o prendiam em vida.
Dia desses a gente se encontra. Espero, claro, que não seja em breve, pois ainda tenho um bocado de coisas a fazer antes de viajar pro mesmo lugar...
Para os que ficam, um conselho: usem e abusem do filtro solar, e controlem sua exposição ao sol, pois o câncer de pele é uma coisa muito séria.
Beijos no coração de todos.
Ontem, meu sogro fez sua última viagem, e pegamos estrada para dar adeus. Fomos até a cidade onde mora a família dele, para o enterro.
Lá estava ele, deitadinho, sereno, esperando a hora de embarcar. Na capela do cemitério, muita gente que o conheceu já maduro, na juventude e na infância. É curioso como nessas horas acaba se conhecendo tantas facetas diferentes da mesma pessoa: cada um tem uma historinha pra contar, e a gente fica montando esse enorme quebra-cabeças que é um indivíduo. Como disse Exupéry, em "Terra dos Homens": "na morte de um homem um mundo desconhecido está morrendo".
À medida que o ritual vai se desenrolando, a gente vai se dando conta de que aquela pessoa está indo, e o reencontro não está marcado. Para uns, ele nunca irá se realizar. Para outros, a espera será longa e não se tem certeza do lugar. O que fica é a saudade e a vontade de adiar um pouco mais a despedida. Mesmo que os últimos dias tenham sido tão difíceis.
A gente fica triste, mas se deve reconhecer que a morte é um grande alívio para o sofrimento de todos. O fardo ficava pesado demais, tanto para ele quanto para nós.
Agora, depois dessa viagem sem valises, consigo imaginá-lo em paz, leve, sem as amarras que o prendiam em vida.
Dia desses a gente se encontra. Espero, claro, que não seja em breve, pois ainda tenho um bocado de coisas a fazer antes de viajar pro mesmo lugar...
Para os que ficam, um conselho: usem e abusem do filtro solar, e controlem sua exposição ao sol, pois o câncer de pele é uma coisa muito séria.
Beijos no coração de todos.
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06:26
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